quarta-feira, 26 de setembro de 2007

...

«Noites sem ti, onde me perco
Procuro por mim, a paixão do incerto
E saber que me amas mas mesmo assim, basta pra ti dizeres que
sim
Mesmo quando eu vou, gostares de mim pelo que eu sou

Deixa-me olhar, deixa-me perguntar
Se gostas de mim nas noites que eu passo sem ti
Deixa-me olhar, deixa-me perguntar
Se gostas de mim nas noites que eu passo sem ti

Sempre que eu te vejo, perco-me na luz da noite
E sempre que eu te beijo, fico sem medo do sol
Noites sem ti, onde me perco
Procuro por mim, na paixão do incerto
E saber que me amas mas mesmo assim
Basta pra ti, dizeres que sim
Mesmo quando eu vou, gostares de mim pelo que eu sou

Deixa-me olhar, deixa-me perguntar
Se gostas de mim nas noites que eu passo sem ti
Deixa-me olhar, deixa-me perguntar
Se gostas de mim nas noites que eu passo sem ti
»
...
O meu coração não pára! Não pára... inquieto... angustiado!
Porquê?!?
Porque é que te sinto tão perto, tão meu?
A nossa cumplicidade... tão completa e perfeita!
...
Porque me engano?
Afinal, estás longe... bem longe...

quinta-feira, 20 de setembro de 2007

Tenho sonhado contigo... Não me perguntes porquê! Há algum tempo que tal não acontecia.
Com a tua lembrança chegam-me recordações de tantos momentos bons (outros muito maus, também!), mas nesses sonhos chegas de repente... encantador... e eu recordo alguns momentos. Sorrio!
Aqueles encontros casuais, um pequeno-almoço, um relance de carro, um telefonema, um olhar, uma gargalhada, um encontro de pulsos...
Não crio ilusões. Mas revivo, uma e outra vez, aquele 1º beijo que há muito desejavamos, aquelas palavras trocadas de amor eterno.
Em muitos momentos das minhas viagens, vejo-te comigo. Adivinho o que dirias se lá estivesses e imagino as nossas conversas, as brincadeiras. Tudo como se estivesses bem junto de mim. Como ias gostar de lá estar!
O teu perfume... tão presente!!!
E surpreendes-me!!! Com uma rosa, um poema! Acima de tudo, enterneces-me. O teu sorriso desarma-me!

Quando acordo... inquieto-me com esta perenidade de sentimentos...
Porquê...?