segunda-feira, 29 de outubro de 2007
terça-feira, 23 de outubro de 2007
Será isto Amor?
O sol está lindo, quente e brilhante! Um dia de Outono magnífico!
O rio bem ali ao lado brilhava de tal forma que parecia um espelho a reflectir o brilho do Sol!!
Já lá não ia há uns tempos...
O rio bem ali ao lado brilhava de tal forma que parecia um espelho a reflectir o brilho do Sol!!
Já lá não ia há uns tempos...
Subo o elevador e dirijo-me à varanda, aquela esplanada com uma vista difícil de igualar.
O coração bate descompassado e as recordações surgem sem controlo!
Sento-me, ligo a música e olho o rio...
Incrível... Como é possível que este sentimento ainda seja tão forte?!?
Não pode ser...
Afinal, o tempo não ajuda! Parece que quanto mais tento esquecer, mais me lembro, mais este sentimento vem ao de cima.
Lembro-me aquele poema de Mário Quintana:
"Eu, agora - que desfecho!
Já nem penso mais em ti...
Mas será que nunca deixo
De lembrar que te esqueci?" ...
... Penso como estarás?
Provavelmente nem pensas em mim e já me esqueceste... (certamente! ...)
Lá estou eu! Sofro... E porquê?!?
Será isto Amor?!?!
quarta-feira, 10 de outubro de 2007
Gosto de ti...
Gosto de ti como quem gosta do sábado,
Gosto de ti como quem abraça o fogo,
Gosto de ti como quem vence o espaço,
Como quem abre o regaço,
Como quem salta o vazio,
Um barco aporta no rio,
Um homem morre no esforço,
Sete colinas no dorso
E uma cidade p’ra mim.
Gosto de ti como quem mata o degredo,
Gosto de ti como quem finta o futuro,
Gosto de ti como quem diz não ter medo,
Como quem mente em segredo,
Como quem baila na estrada,
Vestido feito de nada,
As mãos fartas do corpo,
Um beijo louco no porto
E uma cidade p’ra ti.
Enquanto não há amanhã,
Ilumina-me, Ilumina-me.
Enquanto não há amanhã,
Ilumina-me, Ilumina-me.
Gosto de ti como uma estrela no dia,
Gosto de ti quando uma nuvem começa,
Gosto de ti quando o teu corpo pedia,
Quando nas mãos me ardia,
Como silêncio na guerra,
Beijos de luz e de terra,
E num passado imperfeito,
Um fogo farto no peito
E um mundo longe de nós.
Enquanto não há amanhã,
Ilumina-me, Ilumina-me.
Enquanto não há amanhã,
Ilumina-me, Ilumina-me.
Pedro Abrunhosa, ILUMINA-ME
Gosto de ti como quem abraça o fogo,
Gosto de ti como quem vence o espaço,
Como quem abre o regaço,
Como quem salta o vazio,
Um barco aporta no rio,
Um homem morre no esforço,
Sete colinas no dorso
E uma cidade p’ra mim.
Gosto de ti como quem mata o degredo,
Gosto de ti como quem finta o futuro,
Gosto de ti como quem diz não ter medo,
Como quem mente em segredo,
Como quem baila na estrada,
Vestido feito de nada,
As mãos fartas do corpo,
Um beijo louco no porto
E uma cidade p’ra ti.
Enquanto não há amanhã,
Ilumina-me, Ilumina-me.
Enquanto não há amanhã,
Ilumina-me, Ilumina-me.
Gosto de ti como uma estrela no dia,
Gosto de ti quando uma nuvem começa,
Gosto de ti quando o teu corpo pedia,
Quando nas mãos me ardia,
Como silêncio na guerra,
Beijos de luz e de terra,
E num passado imperfeito,
Um fogo farto no peito
E um mundo longe de nós.
Enquanto não há amanhã,
Ilumina-me, Ilumina-me.
Enquanto não há amanhã,
Ilumina-me, Ilumina-me.
Pedro Abrunhosa, ILUMINA-ME
segunda-feira, 1 de outubro de 2007
Dizem-me que o tempo cura tudo... Que a distância ajuda a esquecer...
Mas cura o quê?!? Como?
Gostava tanto de saber como... como apagar de dentro do meu coração este sentimento que teima em sobreviver! Porque é que não passa? Porque é que, vezes sem conta, dou comigo a pensar em ti. Que bom seria se estivesses aqui, comigo, a partilhar alguns momentos inportantes! Que bom seria sentir (de novo) o teu abraço meigo e apaixonado... Que bom seria que tudo o que disseste fosse sincero e verdade...
Mas não... não deve ter tudo passado de um sonho meu! Se fosse verdade, estariamos juntos... como dantes! Inseparáveis, tal a perfeição e transparência do sentimento que nos unia! Nada nos podia separar, nem mesmo a distância. Como era bom! Tanta cumplicidade e partilha...
Talvez tenha mesmo sido um sonho...
Mas cura o quê?!? Como?
Gostava tanto de saber como... como apagar de dentro do meu coração este sentimento que teima em sobreviver! Porque é que não passa? Porque é que, vezes sem conta, dou comigo a pensar em ti. Que bom seria se estivesses aqui, comigo, a partilhar alguns momentos inportantes! Que bom seria sentir (de novo) o teu abraço meigo e apaixonado... Que bom seria que tudo o que disseste fosse sincero e verdade...
Mas não... não deve ter tudo passado de um sonho meu! Se fosse verdade, estariamos juntos... como dantes! Inseparáveis, tal a perfeição e transparência do sentimento que nos unia! Nada nos podia separar, nem mesmo a distância. Como era bom! Tanta cumplicidade e partilha...
Talvez tenha mesmo sido um sonho...
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