... Enquanto o telefone chamava, o coração batia descompassado tais eram os nervos que sentia. Havia muitos dias que não falavam, que não ouvia a sua voz e isso aumentava (ainda mais) a ansiedade.
Queria e, ao mesmo tempo, não queria, que atendesse o telefone.
Não atendeu...
Logo, várias perguntas assolaram o seu pensamento. Tentou abstrair-se desse facto.
Quando já nada o fazia esperar o seu telefone toca. O coração volta a querer "sair" pela boca! Controlou-se bem...
... foi (tão) bom ouvir a sua voz !!! ...
segunda-feira, 26 de fevereiro de 2007
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