segunda-feira, 11 de junho de 2007

« [...] Seguir a lógica difícil e singular da paixão, e os arroubos emocionais da inteligência, atentar no ponto de fusão de ambas e no ponto onde se separavam, em que momento estavam em uníssono e em que momento divergiam - o prazer que dessa actividade se retirava! Que importava os custos que tinha? Jamais se podia pagar um preço demasiado elevado por uma sensação. [...] »
[in O Retrato de Dorian Gray, de Oscar Wilde - Clássicos Relógios d'Água]

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